1 dia na Florença de “Inferno”

 

Que eu amo Florença e sou louca pelo escritor Dan Brown, todo mundo já entendeu (se você não sabe do que eu estou falando, acesse os links no final do texto). E, para não perder o costume, vamos continuar com a série de posts que mostram os lugares por trás das páginas dos livros. Aproveitando o embalo da riqueza cultural italiana, vamos embarcar, juntos com Robert Langdon, no roteiro pelos lugares do livro “Inferno”. Já adianto que, irei falar apenas de Florença, onde a maior parte do enredo acontece.

Que livro, meus amigos, que livro. Simplesmente, tudo o que me atrai em uma boa história, foi colocado naquelas 448 páginas. Eu lembro de estar lendo, perceber o incrível plot-twist e ficar tipo 😱😱. Por favor, não estrague tudo vendo o filme (se você já viu, sinto muito, tamo junto!). Mas não estamos aqui para falar do livro 😍 ou do filme 😥 e sim para mostrar o roteiro por essa cidade inspiradora que é Florença.

Tudo já começa conturbado e o primeiro ato ocorre passando pela Galleria degli Uffizi (Piazzale degli Uffizi, 6, 50122 Firenze FI, Itália), dona de um acervo Renascentista sem igual. Não deixe de conhecê-la. Logo depois, nos encontramos na Torre do Campanário de Giotto (Piazza del Duomo, 50122 Firenze FI, Itália), ao lado de uma das maiores igrejas do mundo, a Catedral de Santa Maria del Fiore.

Chegamos ao Palazzo Pitti (Piazza de’ Pitti, 1, 50125 Firenze FI, Itália) e ao seus imensos Jardins de Boboli (Piazza Pitti, 1, 50125 Firenze FI, Itália). Descanse e contemple cada canto deste espaço; o jardim conta com diversas fontes, estátuas, flores e caminhos. Além, é claro, de guardar muita história. Você consegue ter noção de todas as importantes conversas que já aconteceram por lá?

A história nos guia para o Corredor Vasariano (Lungarno degli Archibusieri, 2, 50122 Firenze FI, Itália), construído por Giorgio Vasari, unindo o Palazzo Vecchio (sede do Governo) ao Palazzo Pitti (residência dos Médici), possibilitando que os membros da família se locomovessem com segurança. Hoje, abriga obras dos mais variados artistas.

Seguimos em ritmo frenético para o Palazzo Vecchio (Piazza della Signoria, 50122 Firenze FI, Itália), onde Langdon percorre, praticamente, toda a construção. Uma cena muito importante se passa no Salone dei Cinquecento, onde funcionava a Câmara dos 500 Conselheiros da cidade (daí a origem do nome). Ali, procure a pintura “Batalha de Marciano alla Chiana” e tente encontrar a palavra “cerca trova” escondida em uma das bandeiras verdes. Spoiler: será muito difícil conseguir achar, sem a ajuda de um binóculo ou uma câmera com ótimo zoom, mas não desanime!

A maioria das cenas de perseguição foram filmadas na Piazza della Signoria (50122 Firenze FI, Itália), faça um favor à você mesmo e se perca por lá, observando cada detalhe, cada figura, cada pessoa, absorvendo toda a história. Finalmente chegamos a Igreja Santa Maria dei Cerchi (Via Santa Margherita, 50122 Firenze FI, Itália), onde Dante conheceu a sua amada Beatriz, que o inspirou a escrever “A Divina Comédia”.

De lá, seguimos para o Batistério de San Giovanni (Piazza San Giovanni, 50122 Firenze FI, Itália), onde muitas figuras ilustres foram batizadas, inclusive Dante Alighieri. As portas, são uma réplica das originais (hoje encontradas no Museu Opera del Duomo, construídas em 1329 (portões Sul), 1401 (portões Norte) e 1425 (portões Leste)). Nada que eu escreva aqui irá fazer juz àquelas portas. Feito em bronze, o “Portão do Paraíso”, possui figuras extremamente detalhadas em alto relevo; diz a lenda, que é impossível entrar lá e não olhar para cima.

Por fim, lembra que mencionei que Florença abriga uma das maiores igrejas do mundo? Então, o Duomo de Florença (Igreja de Santa Maria del Fiore – Piazza del Duomo, 50122 Firenze FI, Itália)  aparece novamente (com mais ênfase). A catedral começou a ser construída em 1296 e, eu não podia deixar de citar o livro, ao descrevê-la: “Langdon e Sienna se viram de frente para um dos lados da Catedral, com seu deslumbrante exterior de mármore verde, rosa e branco. Tão impressionante pelas proporções quanto pelo esmero artístico investido em sua construção, o prédio se estendia em ambas as direções até alcançar um tamanho aparentemente impossível.” (Inferno, Dan Brown – pg 221)

Assim como Roma, Florença é perfeita (em todos os sentidos) para caminhar, para se perder e se encontrar. Você não precisa de grandes mapas ou internet, tudo está perto e cada canto vale a pena. Não é necessário seguir a ordem cronológica dos eventos do livro; o melhor de tudo é ajustar cada atração em seu roteiro, da maneira que preferir. Florença, já posso voltar?

Natália – Time Viajante Express

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